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HIPOCRISIA
IMPERA EM PARTE DA CLASSE PATRONAL
No quadro
comparativo abaixo, vê-se nitidamente as diferenças que existem entre
as reivindicações referentes ao dissídio entre os trabalhadores em
rádio e televisão, e o que os patrões oferecem. Confira:
| TRABALHADORES |
PATRÕES |
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INPC do período 5,42%
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3% de produtividade
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Cesta básica para os radialistas do interior
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Abono de 30% para salários até R$ 700
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- INPC 5,42%
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Produtividade Não
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Cesta básica Não
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Abono Não
- Extinção do Qüinqüênio
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Banco de Horas querem implantar
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CONTRAPROPOSTA
DOS TRABALHADORES
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RESPOSTA
DOS PATRÕES
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INPC 5,42%
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2% apenas para os pisos do interior.
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Cesta básica entre R$ 30 e R$ 70 para os radialistas do
interior.
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Abono de 30% para salários até R$ 700
extensivo
a todos.
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Qüinqüênios: hoje
ele é de 4% em até 3 qüinqüênios.
Aceitaríamos
ficar em 2 qüinqüênios e manter os 4%, desde que aceitassem
dar os 2% nos pisos
para
os radialistas do interior. Queremos lembrar que a pedida de
2% a mais nos pisos do interior é uma reivindicação dos
radialistas do interior para tentar diminuir a distância dos
pisos entre capital e interior.
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Banco de Horas: faríamos uma nova redação, desde que eles
aceitassem a Cesta Básica e o Abono.
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- Aceitam apenas os 5,42%
Os trabalhadores querem quebrar as empresas (quanta
hipocrisia!).
O que os trabalhadores devem esperar da CLASSE
PATRONAL, ONDE O SEU VICE-PRESIDENTE
diz que os trabalhadores querem quebrar as empresas e, este
mesmo elemento, chama a categoria e seus funcionários de
vagabundos?
Para mostrar sua hipocrisia é que a cada ano ele compra uma nova
emissora.
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RESPOSTA
DOS TRABALHADORES:
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RESPOSTA
DOS PATRÕES
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Para que eles não digam que não queremos negociar, fizemos outras
contrapropostas e, mesmo assim, eles não aceitaram. Na
avaliação deles, apenas os 5,42% está mais do que bom para
os trabalhadores. |
Apenas
5,42%
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RESOLUÇÃO DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS DA CATEGORIA:
Nas diversas assembléias realizadas no dia 6, terça-feira, nas cidades de Cachoeira do Sul, Santa Maria, Dom Pedrito, Bagé, Livramento, Pelotas, Rio Grande, Santo Ângelo, Santa Rosa e Porto Alegre, a categoria aceitou os míseros 5,42% de reajuste, permanecendo as demais cláusulas inalteradas.
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