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TVs da Igreja Universal são processadas por preconceito religioso e racial
A Record e a Rede Mulher, TVs da Igreja Universal do Reino de Deus, terão de responder a ação, que acaba de virar processo na 5ª Vara Cível Federal, por exibirem programas que, segundo a procuradora da República Eugênia Fávero, demonizam religiões afro-brasileiras, como o candomblé e a umbanda.
Segundo artigo publicado na coluna "Outro Canal", do jornal Folha de São Paulo, as emissoras são acusadas de infringir a liberdade de crença ao transmitirem programas, produzidos pela neopentecostal Igreja Universal, em que as religiões afro-brasileiras são referidas com termos como "encosto", "demônios", "bruxaria" e "feitiçaria". Na ação, que também é assinada por Hédio Silva Júnior, coordenador da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP, a Record e a Rede Mulher são acusadas de preconceito religioso e racial e de violarem a Constituição Federal.
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