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Mais um absurdo do ex-juiz classista
Ao ser derrotado em assembléia geral da categoria, oportunidade em que defendeu que nosso dissídio fosse para a justiça, o ex-juiz classista mais uma vez não conteve sua raiva contra Caverna.
De posse do boletim informativa no qual divulgávamos os índices do fechamento do acordo, este senhor raivoso bradava nos corredores da empresa onde trabalha, com observações que mostram quem realmente ele é.
“Olha o que eles assinaram: Fecharam o acordo em cima de novembro de 2002”, dizia o ex-presidente do Sindicato.
Esta observação dele realmente só comprova que não aprendeu nada em sua passagem por nossa entidade. Também não é pra menos, não teve tempo, já que se preocupava apenas em ser juiz-classista e com sua remuneração de R$ 3.880,00, enquanto a categoria recebia o piso.
Ele não sabe que novembro de 2002 é o salário de referência e que vale até outubro de 2003. Já novembro de 2003 será a base para o acordo de 2004/05. Por isso e por outras inúmeras razões é que foi vexatória a defesa que ele fez na assembléia. Ao invés de mostrar e defender para a categoria sua opinião de que a justiça seria o melhor caminho, se preocupou tão somente em atacar o Caverna.
Mas seu desconhecimento e falta de sensibilidade não para aí. Após ser esmagado na referida assembléia, este senhor disse a colegas seus, que até faxineira havia votado. Esta sua atitude evidencia todo o seu preconceito, pois somos um sindicato de trabalhadores em empresas de rádio e televisão e todos, indistintamente, têm direito a voz e voto. E tem mais: como estavam presentes companheiros que, infelizmente, estão desempregados, este ex-presidente fez comentários de que até morto teve voto computado na assembléia.
Companheiros, este senhor foi presidente de nosso Sindicato por vários anos e a categoria não pode esquecer disso. Assim como não pode deixar de lembrar suas gestões, não pode deixar passar em branco suas atitudes presentes.
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