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Polícia Federal deflagra Operação Marconi para calar rádios piratas em São Paulo

A Operação Marconi I, realizada pela Polícia Federal - e que contou com 16 agentes de fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) - fechou 14 rádios denominadas piratas em São Paulo nesta última terça-feira.

Enquanto se ocupa em prender trabalhadores, deixa brechas e mais brechas para a entrada ilegal de armas e drogas através de nossas fronteiras. Será que esta polícia não está agindo no alvo errado?

Esta operação cumpriu 40 mandados de busca e apreensão na capital paulista e Grande São Paulo. O objetivo da operação, além do fechamento das rádios, foi conscientizar a população dos problemas que as transmissões ilegais podem causar a aeronaves, trens e outras emissoras.

Segundo a Agência Brasil, este ano já foram fechadas 220 rádios “clandestinas”, sendo que vinte delas causavam interferência na operação de aeronaves. Os transmissores apreendidos serão submetidos à perícia, e o resto dos equipamentos ficará à disposição da Justiça.

Os responsáveis pelas rádios poderão responder judicialmente por instalar e utilizar aparelhos e telecomunicação sem a autorização da autoridade competente, além de poderem ser autuados por atentado contra a segurança de transporte aéreo. A pena varia entre 2 e 4 anos de prisão, e a multa pode chegar a R$ 10 mil. Enquanto isso, viva a plena liberdade para o tráfego e venda de armas e de drogas, exercício ilegal e relegado a um segundo plano, enquanto quem trabalha honestamente se vê impedido de exercer sua atividade profissional.